Come and see
I swear by now Im playing time
I against my troubles
Im coming slow but speeding
Do you wish a dance and while im
In the front
The play on time is won
But the difficulty is coming here
I will go in this way
And find my own way out
I wont tell you to stay
But Im coming to much more
Me
All at once the ghosts come back
Reeling in you now
What if they came down crushing
Remember when I used to play for
All of the loneliness that nobody
Notice now
Im begging slow Im coming here
Only waiting I wanted to stay
I wanted to play
I wanted to love you
Im only this far
And only tomorrow leads my way
Im coming waltzing back and moving into your head
Please, I wouldnt pass this by
I would take any more than
What sort of man goes by
I will bring water
Why wont you ever be glad
It melts into wonder
I came in praying for you
Why wont you run
In the rain and play
Let the tears splash all over you
Dave mathews band
domingo, setembro 10, 2006
Grace
There's the moon asking to stay
Long enough for the clouds to fly me away
Though it's my time coming, I'm not afraid, afraid to die
My fading voice sings of love,
But she cries to the clicking of time,
Of time
Wait in the fire...
And she weeps on my arm
Walking to the bright lights in sorrow
Oh drink a bit of wine we both might go tomorrow,oh my love
And the rain is falling and I believe
My time has come
It reminds me of the pain I might leave
Leave behind
Wait in the fire...
And I feel them drown my name
So easy to know and forget with this kiss
But I'm not afraid to go but it goes so slow
Wait in the fire...
Jeff Buckley
Long enough for the clouds to fly me away
Though it's my time coming, I'm not afraid, afraid to die
My fading voice sings of love,
But she cries to the clicking of time,
Of time
Wait in the fire...
And she weeps on my arm
Walking to the bright lights in sorrow
Oh drink a bit of wine we both might go tomorrow,oh my love
And the rain is falling and I believe
My time has come
It reminds me of the pain I might leave
Leave behind
Wait in the fire...
And I feel them drown my name
So easy to know and forget with this kiss
But I'm not afraid to go but it goes so slow
Wait in the fire...
Jeff Buckley
Dead man walking
Sailing on my every step.
Inching off of the earth.
Is magnified by the things I've done.
The thing that I've become.
Every lift of my hand.
Coffee cup and back.
Is magnified by the things I've done.
The things I've seen.
The things I've caused.
I'm a dead man walking.
The hammer that I once brung down now hovers over me.
Cast a shadow... across, onto me.
The hallways are all mocking me.
What I've become they're all mocking me.
I'm a dead man walking.
A dead man walking.
A dead man walking.
I'm a dead man walking.
Dead man walking. Dead man walking.
Dead Man
previously unreleased
Written by: Vedder
Inching off of the earth.
Is magnified by the things I've done.
The thing that I've become.
Every lift of my hand.
Coffee cup and back.
Is magnified by the things I've done.
The things I've seen.
The things I've caused.
I'm a dead man walking.
The hammer that I once brung down now hovers over me.
Cast a shadow... across, onto me.
The hallways are all mocking me.
What I've become they're all mocking me.
I'm a dead man walking.
A dead man walking.
A dead man walking.
I'm a dead man walking.
Dead man walking. Dead man walking.
Dead Man
previously unreleased
Written by: Vedder
Footsteps
Don't even think about reaching me.
I won't be home.
Don't even think about stopping by.
Don't think of me at all.
I did what I had to do.
If there was a reason, it was you.
Aaah, don't even think about getting inside.
Voices in my head. Ooh, voices.
I got scratches all over my arms.
One for each day since I fell apart.
Ooh, I did, oh, what I had to do.
If there was a reason it was you.
Footsteps in the hall... It was you, you.
Ooh, pictures on my chest...
It was you.
It was you...
Ooh, I did a what I had to do.
Oh, and if there was a reason...
Oh, there wasn't no reason. no.
And if there's something you'd like to do.
Oh, just let me continue to blame you.
Footsteps in the hall... It was you, you.
Ooh, pictures on my chest... It was you, you. Oh
Footsteps
previously unreleased
Written by: Vedder/Gossard
Recorded live on Rockline, May 11, 1992, hosted by Bob Coburn
Mixed by: Jimmy Hite
I won't be home.
Don't even think about stopping by.
Don't think of me at all.
I did what I had to do.
If there was a reason, it was you.
Aaah, don't even think about getting inside.
Voices in my head. Ooh, voices.
I got scratches all over my arms.
One for each day since I fell apart.
Ooh, I did, oh, what I had to do.
If there was a reason it was you.
Footsteps in the hall... It was you, you.
Ooh, pictures on my chest...
It was you.
It was you...
Ooh, I did a what I had to do.
Oh, and if there was a reason...
Oh, there wasn't no reason. no.
And if there's something you'd like to do.
Oh, just let me continue to blame you.
Footsteps in the hall... It was you, you.
Ooh, pictures on my chest... It was you, you. Oh
Footsteps
previously unreleased
Written by: Vedder/Gossard
Recorded live on Rockline, May 11, 1992, hosted by Bob Coburn
Mixed by: Jimmy Hite
quarta-feira, setembro 06, 2006
Genesis
Um filme sobre a origem do Universo, do planeta terra e por sua vez as espécies.
Para quem gosta de documentários simples acho que pode ser uma boa hora perdida.
Para aqueles que gostam mais do dinheiro não vão vê-lo. Não justifica o preço já de si exurbitante dos filmes ditos normais e as suas duas horas holywoodescas.
A explicação do cruzamento e da transformação das espécies é interessante mas é demasiado curta, por um lado entendo a necessidade de não fustigar um público de cinema normal e pouco conhecedor, por outro parece não acrescentar muito ao saber mais comum. Tenta trazer um certo encantamento quando explica a aproximação das espécies como uma necessidade de renovar a vida e o prolongamento da mesma, o amor como uma inevitabilidade, o entendimento como a salvação de uma continuidade genética, e, consequentemente, a sua transformação; tudo isto com um interlocutor ancião, transmitindo serenidade e certezas poéticas (ou poéticas certezas), num diálogo de belas imagens.
Se fosse mais extenso talvez tivesse sido apenas razoável.
É curto, mas pelo menos fica.
Para quem gosta de documentários simples acho que pode ser uma boa hora perdida.
Para aqueles que gostam mais do dinheiro não vão vê-lo. Não justifica o preço já de si exurbitante dos filmes ditos normais e as suas duas horas holywoodescas.
A explicação do cruzamento e da transformação das espécies é interessante mas é demasiado curta, por um lado entendo a necessidade de não fustigar um público de cinema normal e pouco conhecedor, por outro parece não acrescentar muito ao saber mais comum. Tenta trazer um certo encantamento quando explica a aproximação das espécies como uma necessidade de renovar a vida e o prolongamento da mesma, o amor como uma inevitabilidade, o entendimento como a salvação de uma continuidade genética, e, consequentemente, a sua transformação; tudo isto com um interlocutor ancião, transmitindo serenidade e certezas poéticas (ou poéticas certezas), num diálogo de belas imagens.
Se fosse mais extenso talvez tivesse sido apenas razoável.
É curto, mas pelo menos fica.
Pessoas na noite
As noites não são feitas para a multidão.
do teu vizinho te separa a noite
e contudo não deves procurá-lo.
E se de noite acenderes a luz do teu quarto
para olhares as pessoas no rosto
então deves perguntar-te: a quem.
As pessoas são terrivelmente deformadas pela luz
que dos seus rostos goteja
e, quando de noite se juntam
vês um mundo vacilante
caoticamente amontoado.
Um brilho amarelo expulsou
todo o pensamento das suas mentes,
nos seus olhares cintila o vinho,
das suas mãos pendem
os pesados gestos com que
se estendem nas suas conversas;
e com eles dizem: eu e eu
e querem dizer: qualquer um.
Rilke
do teu vizinho te separa a noite
e contudo não deves procurá-lo.
E se de noite acenderes a luz do teu quarto
para olhares as pessoas no rosto
então deves perguntar-te: a quem.
As pessoas são terrivelmente deformadas pela luz
que dos seus rostos goteja
e, quando de noite se juntam
vês um mundo vacilante
caoticamente amontoado.
Um brilho amarelo expulsou
todo o pensamento das suas mentes,
nos seus olhares cintila o vinho,
das suas mãos pendem
os pesados gestos com que
se estendem nas suas conversas;
e com eles dizem: eu e eu
e querem dizer: qualquer um.
Rilke
De uma noite de tempestade (7)
Em noites omo esta os moribundos vêem claramente,
estendem as mãos para os cabelos, que crescem,
cujos fios brotam da fraqueza do seu crânio
nestes longos dias,
como se quisessem ficar
à tona da morte.
Os seus gestos andam pela casa
como se houvesse espelhos em toda a parte;
e esgotam com esse remexer
no seu cabeço - as forças
que foram reunindo ao longo dos anos
que passaram.
Rilke
estendem as mãos para os cabelos, que crescem,
cujos fios brotam da fraqueza do seu crânio
nestes longos dias,
como se quisessem ficar
à tona da morte.
Os seus gestos andam pela casa
como se houvesse espelhos em toda a parte;
e esgotam com esse remexer
no seu cabeço - as forças
que foram reunindo ao longo dos anos
que passaram.
Rilke
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